E estava eu, bem segura, há alguns posts, falando sobre o pior momento dessa mudança. Isso porque eu ainda não tinha entrado no ônibus da Catarinense com a minha mãe, Carola, Rafa e Cláudia me olhando, num chororô só.
Mas voltando um pouco, o sábado, antes de pegar a estrada, já tinha sido esquisito. Fechar as malas era o principal objetivo. Depois disso, me despedir do pai. Passar um tempo com as gatas (que saudade!), mãe, Clau… e assim o sábado foi embora. E eu sentindo um enjôo, algo desconfortável. Era o choro preso. E nisso, 30 minutos antes de colocar as malas no carro, olho para a minha mãe e choro: “não quero mais ir!”
Mãe é mãe e sabe como acabar com o piti de uma filha. E assim, após colocar as malas no carro, quase rachar a cabeça no porta-mala (o galo ainda tá gigante!), receber todos os bons conselhos, fomos silenciosas para a rodoviária.
Os últimos abraços foram o que faltava para a mãe e a Carola liberarem o sentimento de tristeza que estava preso desde o dia que eu avisei que ia para Sampa. O choro deu ritmo a despedida. E o Rafa, registrou tudo.

Palhaço: o Rafa foi o único que conseguiu arrancar gargalhadas
algumas coisas sao inadiaveis…como partir.
…é, filhota, o momento foi “trash” mesmo e o vazio de entrar no carro e voltar só, pior ainda…mas, como a vida continua e escolhas tem que serem feitas, aí estás tu numa nova vida e feliz! tu lembras do que eu te disse, não é?…sempre vou estar aqui para qq coisa, pq te amo incondicionalmente!
bjocas
Ferrrrr!
Como foi a viagem? E os primeiros dias da nova vida?
Como diz o Alê, “conte-me tudo e não esconda nada”!
Saudades só de saber q vc não está mais a 3 km de distância…
Beijos e muuuitas energias positivas pra vc!
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