Obliviate

Harry Potter 7 - Parte 1

Quando eu gosto de algo, gosto muito. Os extremos sempre funcionaram muito bem comigo. Assim foi quando conheci pela primeira vez Harry (Potter, vocês conhecem, né?). Achei um pouco infantil no início, mas logo percebi o quão mágico aquela leitura era.

Harry Potter foi para mim e milhões de jovens e crianças no mundo todo um estímulo à imaginação, leitura e amizade. Li todos os livros, vi os filmes (muitos, mais de 10, 15 vezes, adimito). E hoje, com 29 anos, me considero uma “harry-potter-maníaca”.

Por isso, é impossível não sentir esse vazio ao voltar do sétimo fime – parte 1 – do bruxinho. Quando terminou, pensei: “fudeu, só tem mais um. E agora?”. TUdo é tão mágico, traduziu tão bem tudo aquilo que minha mente criou durante um dia de leitura (sim, li o livro de 800 páginas em um dia).

E agora, é fica com a boa sensação de saber que no final acaba (quase) tudo bem e que em junho do ano que vem, vou derramar as lágrimas pelo fim de um ciclo.

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Coloca a musiquinha na vitrola

Versão de Toxic do próximo episódio de Glee (S02E02). Animal. Bota o som alto e mexe a bundinha!

Pirei! =)

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1 ano de SP – III

Vida em cidade nova é igual a novas experiências (boas ou não).
E para tudo tem uma primeira vez.
Em 2009, nos meus primeiros 4 meses, teve:

1. Minha primeira casa:

2. O primeiro boteco:

3. A primeira confusão no metrô:

4. O primeiro domingo no parque:

5. A primeira “visita” a Floripa:

6. A primeira visita em SP:

7. O primeiro churrasco com os novos amigos:

8. O primeiro sambinha:

9. A primeira balada, com direito a muito bapho:

10. A primeira festa de fim de ano:

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1 ano de SP – II

A despedida mesmo, aquela que foi a última, a mais dolorida, sofrida, que deu um frio na barriga que eu nunca tinha sentido, mereceu o registro abaixo.

Notem a cara de choro de todo mundo. Não foi nada divertido, mas o Rafa conseguiu arrancar uma gargalhada para a foto.

ºRafa, Carola, eu, Mamys e Clauº

Ah! O Rafa continua arrancando gargalhadas até hoje. Acabou de me ligar da Alemanha. Assim como ele me faz rir, ele também me faz chorar de saudade. =(

T.e. a.m.o!

Update: relendo o blog, achei o dia da despedida nesse post. Achei também o post do blog do Rafa sobre minha vinda para Sampa. Litros. Só isso.

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1 ano de SP

Dia 30, segunda-feira, faz um ano que estou em Sampa. Sim, foi ontem. Ou, pelo menos, lembro de tudo como se fosse ontem.

Meu UM ano em imagens.

A primeira: a despedida. Dói. Mas sempre é uma delícia voltar.

ºCarol, Ana, Edi, eu, MB, Lili e Clauº

Nesse dia, a Edi fez um jantar maravilhoso, como sempre. E eu, em meio às lágrimas, disse que nada no mundo se comprava com ter amizades verdadeiras.

Daqui uma semana, estou abraçando elas novamente – no casamento da Edi.

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Meu mundo do faz de conta

Desde de criança tenho esse fascínio por livros. Os que trazem o fator “inimaginável” são os meus preferidos. Sempre gostei muito de bruxas, vampiros, monstros, magia, enfim, tudo que não faz parte da nossa realidade – que muitas vezes é tão chata. Também sempre amei os livros de “mulherzinha”, que hoje possuem até categoria: chick lit.

Sou leitora voraz. Quando amo, viro noite, passo um sábado de sol em casa, não ligo para nada. Exemplo foram os últimos três dias. Três livros. Li os três últimos livros da série “A Mediadora”, da Meg Cabot. A história? Uma adolescente que fala com mortos. Assunto além da compreensão humana, estou dentro.

Mas posso ir do mundo infanto-juvenil e feminino com um piscar de olhos para a safadeza deliciosa de Nelson Rodrigues. Assim como posso reler toda a coleção do Harry Potter. E posso voltar para a concisão de Hemingway (um dos meus preferidos).

E com todo esse amor, me encontrei no Skoob. A nova rede social (nova pelo menos para mim) é inteligente e tem foco nas suas leituras. Isso bastou para eu dar uma espiada. Nele, você tem uma estante com todos os seus livros lidos, os que vai ler e até mesmo aqueles que você abandonou. Estou conseguindo criar um histórico de leitura muito legal. Apresentei para algumas pessoas, que já apresentaram para outras e assim a rede vai crescendo.

Quer ver como a minha estante está recheada? Clica aqui. E claro, faça o seu cadastro. Assim como o Skoob, tudo é muito simples e rápido. E eu garanto: vale a pena.

ºna vitrola: cat power – love & communicationº

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Domingo eu quero ver

Em sua formação original, com Arnaldo, Nando e Fromer. Tempos bons...

Assim, meio “de volta aos anos 90”. Desse jeito meu domingo passou, com o som do carro da Syl tocando Corona e com o show dos Titãs. Delícia gritar “Sonífera Ilha!!!!”. Bairrismo a toda!

A promoção foi da Cultura Inglesa, que deu ingressos para os seus alunos. Eu e a Syl ganhamos e o Ricus e a Deni embarcaram junto. Com as letras e melodias, tantas lembranças, tanto dejá vu! Lembrei do show Acústico, do Planeta Atlântida, dos cds comprados, de ouvir as músicas a tarde toda lendo o encarte junto… E como as letras, muitas feitas em 1980 e guaraná com rolha, são atuais!

E, no meio do show, pensei: a gurizada hoje curtindo Restart. Não né?! E podem me xingar muito no twitter. Muito! #muitafaltadesacanagem

ps! Faltou no show de hoje e eu amo…

Os Cegos do Castelo

Eu não quero mais mentir
Usar espinhos que só causam dor
Eu não enxergo mais o inferno que me atraiu
Dos cegos do castelo me despeço e vou
A pé até encontrar
Um caminho, o lugar
Pro que eu sou

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Carol, Leandro e todas as estrelas do céu

Há algum tempo, venho acompanhando o sucesso do meu amigo Enderson Rafael (Dudu, sempre), com o seu livro “Todas as estrelas do Céu“. Sei que foi difícil, mas com muita luta, o livro hoje está aí, conquistando cada vez mais fãs. E ontem, entendi o porquê.

Lançamento do livro em Sampa. Eu e Syl, claro, fomos prestigiar, comprar o livro e ganhar autógrafo. Fiquei muito feliz em reencontrar o Dudu e ver seu trabalho reconhecido. Sensação gostosa de querer ver bem quem a gente gosta.

E, como íamos sair para jantar, eu e a Syl ficamos esperando acabar o evento. E enquanto isso, “ah, vamos dar uma lida no livro…”. Li metade. Fiquei encantada. Liguagem deliciosa, história linda, narrativa fluída. A história é sobre dois irmãos, Carol e Leandro. Ele, adotado. E o amor surge. Não dá vontade de parar de ler!

Hoje, tive que trabalhar, e pensei: vou ler na hora de dormir o restinho. A Syl, não aguentou. Descaradamente me diz: não trabalhei, acabei o livro! E ainda me provocou com spoilers!

Ainda não terminei, não sei como será o desfecho dessa história. Não sei se será um final feliz. Mas recomendo. E ainda digo: guardem o nome do autor. Ele é meu amigo e vai fazer um grande sucesso!

O autor e suas fãs: eu, Dudu e Syl

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O mundo pelas lentes dos meus óculos

com a cara grudada no monitor e vendo o mundo embaçado =(

O mundo pelos meus óculos é muito mais bonito e interessante. Meu fiel companheiro desde os seis anos de idade, nunca cogitei a possibilidade de me ver sem ele.

Em cada fase da minha vida, um modelo diferente. Lembro do meu primeiro: redondo, roxo, enorme. Eu ficava com uma cara de criança inteligente (e pentelha) com ele. A-do-ra-va. Hoje, são pretos e cheios de strass. Um luxo.

Minha oftamologista, Dra. Faustina, que me acompanhou dos 6 anos até minha mudança para são paulo, sempre perguntou: “tem vontade de usar lentes de contato?” e eu: “nunca!”. Imagina se eu ia perder a chance de usar um acessório fofo no rosto…

E, percebo toda essa importância que meus óculos tem para mim, quando não o tenho comigo. Hoje, numa cagada imensa, deixei ele em casa. “Fudeu!”, foi o meu primeiro pensamento. “Vou voltar!”, foi o segundo. Acabei vindo trabalhar, meio a contragosto, pensando nele e na falta que me faria.

Agora tô aqui, que nem uma louca, com a cara grudada na tela do computador. E jurando para mim que meu óculos não sai mais do meu rosto, nem na hora do banho.

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Eu e o caos

era mais fácil ser essa pentelha com cara de criança...

Há menos de um mês do aniversário, começo a experimentar aquela sensação “deliciosa” do caos interno que se instala com o inferno astral. Saudade de quando aniversário não significava envelhecer.

Ontem, almoço com clientes, ouço: “Mas para vocês, mudança é fácil, afinal ainda são solteiras e não têm família formada”. Hum, uma cobrança (da sociedade), seguida sempre pela desculpa clássica:

a) Você, com quase 29 anos, ainda não tem família formada. Pensei: “Por favor, não me joguem em um convento, porque ser solteira não significa estar sozinha!!”;

b) Você é uma pessoa desgarrada do mundo, dona de si, então não decepcione os “seus”.

Os meus seriam as mulheres quase saindo da casa dos 20 (snif!), que ainda não casaram e não preparam o jantar dos seus maridos.

Eu poderia vir com aquele papo que eu adoro dividir com os outros e que choca (e gera polêmica): não quero ter filhos! Ao invés da discussão, preferi sorrir. E viver minha vida. E viver meu inferno astral!

.:contagem regressiva: faltam 21 dias para o meu aniversário e o início da Copa. Oba!:.

ºna vitrola: mercedes sosa – vientos del alma (recomendo!!!)º

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